GOSTA DE LEITURA DE VIAGEM? TEMOS LIVROS SOBRE ÁFRICA+ORIENTE MÉDIO E ÁSIA+OCEANIA

O que você precisa saber para levar seu cachorro do Peru para o Equador


Descontos

Você ganha desconto e nós também

Chip internacional

20% de desconto com o código SEMCHAVESBR

Cuide de animais e ganhe hospedagem

25% de desconto na 1ª anuidade

Produtos para pets

10% de desconto com o código SEMCHAVESBR

O Café, nosso pug de 9 anos, (e nós) está a caminho da metade do mundo, e mais uma vez fomos atrás da documentação necessária para cruzar a fronteira entre Peru e Equador. O procedimento foi um pouco diferente do que estamos acostumados, mas sem estresses.

O primeiro passo foi ir à veterinária para obter o certificado de vacinação (raiva e outras; no caso do Café, V10), onde consta a desparasitação (que deve ser feita até 30 dias antes da viagem), e de saúde. Fizemos isso em Tumbes, cidade quase na fronteira, e pagamos S/. 100 (R$ 161) no total.

Depois, deve-se ir ao Senasa (Serviço Nacional de Saúde Agrágria) no posto de fronteira do lado peruano para obter o Certificado Sanitário de Exportação, processo que tende a ser demorado por uma morosidade do local. É importante fazer a travessia de segunda a sexta, pois a taxa de exportação de S/. 91,10 (R$ 142) é paga em dinheiro no Banco de la Nación que fica por lá, e a agência só abre em dias úteis.

Com o imposto pago, o comprovante deve ser entregue no Senasa, onde se preenche um formulário com os dados do tutor e os do pet. O oficial passa essas informações para o sistema (o que pode levar de 40 minutos a uma hora, segundo o agente nos falou), para então preencher à mão o documento de exportação.

No total, levamos 1h20min para todo o trâmite. Pelo menos no lado equatoriano da fronteira foi tudo tranquilo. Depois de termos feito nossa entrada no país, o Faraó foi cuidar da documentação do carro enquanto eu fui à Agrolocalidad com o Café.

A funcionária foi simpática, mas não parece ser obrigatório passar por lá, pois ela apenas olhou a documentação e disse que tudo estava certo. Como não houve checagem no carro, acredito que o importante seja ter o certificado, mas não é necessário apresentá-lo na fronteira.

Uma dica importante que ela deu foi fazer a solicitação tendo o Equador como país de trânsito e a Colômbia como destino final, economizando assim em documentação —fizemos isso com o CVI (Certificado Veterinário Internacional) que usamos no Uruguai e na Argentina. No caso equatoriano, porém, isso só vale se a travessia for ser feita em menos de 30 dias.

Pena que só descobrimos isso com o documento já expedido. Pelo menos assim o Café coleciona carimbo de mais um país em seu passaporte canino (emitido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária brasileiro).

Você conhece nossos livros?

Aventuras Sem Chaves – Parte 1

Uma jornada de 14,5 meses por 43 países de África e Oriente Médio contada em relatos e crônicas recheados de dicas e informações

456 páginas | lançado em mar.24 | Editora Comala | 1ª ed.

Aventuras Sem Chaves – Parte 2

A segunda etapa de uma volta ao mundo, passando por 34 países de Ásia e Oceania em 15,5 meses, ilustrada em belas imagens

436 páginas | lançado em dez.25 | Sem chaves | 1ª ed.


Dicas Sem chaves

Já pensou em receber dicas fresquinhas na sua caixa de e-mail toda semana? Inscreva-se na nossa newsletter e conte com informações de quem já viajou por mais de 70 países por África, Ásia e Oceania, além de outros 30 entre Europa e América! Por menos de R$ 3 por semana, receba um conteúdo informativo, participe de uma live mensal exclusiva e ainda ganhe desconto nos nossos produtos e serviços!


Deixe uma resposta

Descubra mais sobre Sem chaves

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo